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MPTO promove palestras em Sandolândia e Araguaçu para reforçar combate à violência sexual contra crianças e adolescentes

Ações reuniram estudantes, profissionais da educação, saúde e integrantes da rede de proteção; campanha “Ouça, Acolha, Denuncie” destaca prevenção e acolhimento às vítimas

Redação
Por: Redação
26/05/2026 às 19h48 Atualizada em 26/05/2026 às 19h58
MPTO promove palestras em Sandolândia e Araguaçu para reforçar combate à violência sexual contra crianças e adolescentes

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) realizou uma série de palestras nos municípios de Sandolândia e Araguaçu voltadas ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. As atividades, conduzidas pelo promotor de Justiça Jorge José Maria Neto, reuniram estudantes, profissionais da educação e da saúde, além de integrantes da rede de proteção infantojuvenil.

As ações fazem parte da mobilização do Maio Laranja, campanha nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A iniciativa também reforça a campanha institucional do MPTO “Ouça, Acolha, Denuncie”, que busca orientar a população sobre a importância de identificar sinais de violência, acolher vítimas com responsabilidade e denunciar casos.

A primeira palestra foi realizada na segunda-feira (18), na Câmara Municipal de Sandolândia. Já nos dias 19 e 20, os encontros aconteceram na Câmara Municipal de Araguaçu.

Durante as palestras, o promotor destacou a importância das ações preventivas no cotidiano, especialmente nos ambientes familiar e escolar. Segundo ele, a atuação conjunta entre instituições e profissionais que trabalham diretamente com crianças e adolescentes é essencial para fortalecer a rede de proteção.

Entre os temas abordados estiveram a prática da escuta ativa, o acolhimento humanizado e a identificação de sinais que possam indicar situações de violência. O objetivo foi reforçar a necessidade de uma atuação atenta e responsável diante de casos de abuso e exploração sexual.

Além de orientar profissionais da rede de proteção, as atividades também buscaram ampliar a conscientização entre os estudantes sobre a importância de romper o silêncio e denunciar situações de violência. A campanha “Ouça, Acolha, Denuncie” destaca a necessidade de acreditar na vítima e garantir encaminhamento seguro e humanizado aos casos identificados.

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